Naquela hora, meu coração trabalhou por dois. Estaríamos a solas, não fossem minha mochila, livros e caderno. Somei ao esforço de respirar a tentativa de medir a distância entre nós. Não obtive êxito, me pareceu mais sensato rabiscar coisas sem sentido numa folha rasgada. Pensei em fitá-la, aquela criatura apaixonantemente impassível. O celular tocou, ela sucumbiu. Uma lágrima... dela. E muitas mais, minhas.
domingo, 6 de abril de 2008
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