quinta-feira, 27 de março de 2008

Mashiach Alvi-verde!


Pode-se dizer que o dia está bom. Apesar do ontem ter sido uma dor de cabeça figurativa e literalmente. Muita sonolência e o supracitado desconforto me acometeram, principalmente, durante as aulas. Coincidência? Judeu não acredita em coincidência. Ontem também foi dia de levar uns puxões de orelha do Rav Yaacov... e, somando-se à vitória sofrida do Palmeiras, foram as minhas alegrias do dia 27 de março de 2008. Parece masoquismo sentir-se bem com um puxão de orelha? Amigo, se dos erros você não obtiver lições e, necessariamente, não se sentir contente por ter aprendido algo de bom... não sei o que estaria você fazendo da vida. Para mim, o Rabino Yaacov é HaRav (O MESTRE/O RABINO), porque ele é um "S²" ("S" ao quadrado, sabedoria e simplicidade). É um pai que tenho em Shiloh-Israel, com quem poderei sempre contar.

E sobre o Verdão: o Eterno, bendito seja, colocou o Jorge Preá na hora certa...




domingo, 23 de março de 2008

A.M.


Dizem que o importante é não deixar cair na rotina... Segunda pode ser a vez de um diazepam de 10mg. Quem poderia me explicar o efeito de um bromazepam de 3 mg, num domingo ciclotômico? Um clonazepam de 0,5 mg, antes de um seminário, numa quarta-feira vem bem a calhar. Ah, alprazolam, quanta falta me faz você...

sábado, 15 de março de 2008

[Do lat. evolutione.]

Voltamos a nos falar... E se há algo de relativo no universo é o tempo. Foram dois anos ou até décadas, embora o calendário insista em dizer que foram "apenas" dois meses. Pensei que o perdão fosse algo limitado, como a nossa própria natureza. Felizmente, me enganei feio. É complicado dar o primeiro passo, contudo, tenha a certeza de que os próximos serão dados em conjunto, com aquelas mãos entrelaçadas... Assim, durante o curto espaço de tempo, fico em dúvida se vivi uma revolução ou evolução. Aos olhos de quem apenas observa a erupção de um vulcão, poder-se-ia dizer que patrocinei uma marcha revolucionária. Cabelos enormes que se foram, algumas farras e porres que vieram... Entretanto, quem, mais detidamente, me observa, vai ver o quanto eu tive de evoluir e fazer com que os meus me seguissem. Foram sessenta dias para provar cientificamente à minha mãe que a sexualidade é uma orientação, não uma opção. De modo que o fato de a filha dela ser bissexual de nada iria influir no meu caráter, desempenho acadêmico e religiosidade. Foram dias em que experimentei uma fúria atroz. Vieram os dias nos quais eu me senti no dever de contar a dois dos meus melhores amigos o que de fato me passava. Uma questão de lealdade que foi recompensada com uma amostra de amor e apoio incondicionais da parte deles. Usei de sinceridade com duas tias que prontamente me garantiram que terão sempre orgulho de mim. Dois meses sem deixar de pensar nela. Sei que ainda tenho de fazer o mesmo com muitas pessoas importantes da minha vida, por necessidade e dever. Mas é difícil reconhecer o momento certo, a oportunidade. Não consigo prever todas as reações... O que posso dizer é que o tectonismo dentro de mim continua...

quarta-feira, 12 de março de 2008

100

Sem tempo até pra expressar a minha suscetibilidade...

terça-feira, 4 de março de 2008

Mão(s)

Ele ainda não me disse se o que vejo é, de fato, o que ele quis dizer.

"Vida, nunca te abandonarei."

Obrigada, Victinho.

sábado, 1 de março de 2008

Propugnador

Talvez solidão não devesse ser o mesmo que estar desacompanhado. Quando se está desacompanhado é quando menos nos sentimos sozinhos. Nos permeiam recordações, idéias, músicas, pensamentos, de modo que, dificilmente, alguém experimenta o inerente desamparo da solitude. Por seu turno, a multidão é o lugar predileto de quem é freqüentemente acometido por ELA. O que mais me surpreende é que a solidão não vem sozinha. Está sempre de mãos dadas com a tristeza e ansiedade. Deve ser por isso que tem tal nome.